Câmeras
Edge Computing e IA: o novo caminho para o futuro da segurança eletrônica
O mercado de segurança eletrônica está passando por uma transformação acelerada.
Por anos, a nuvem foi o centro de tudo, cada alerta, análise e processamento de vídeo dependia de conexões externas e servidores remotos.
Agora, essa lógica está mudando.
Com o avanço do edge computing, ou computação na borda, as decisões passam a acontecer dentro do próprio dispositivo, reduzindo a dependência da nuvem e trazendo ganhos expressivos de latência, privacidade e eficiência energética.
“O futuro da inteligência artificial em segurança é híbrido: poder de decisão na borda e visibilidade na nuvem. Este equilíbrio garante velocidade, eficiência e conformidade com a LGPD”, explica Roger Finger, líder de Inovação da Positivo Tecnologia.
Por que processar na borda faz diferença
No modelo tradicional, os dados de vídeo capturados por câmeras eram enviados para servidores ou nuvem para análise.
Com o edge computing, as próprias câmeras e controladoras processam parte dessas informações localmente, sem precisar transferir grandes volumes de dados.
Essa mudança reduz a latência e melhora a capacidade de resposta das centrais de monitoramento, evitando falsos alarmes e otimizando a operação.
Além disso, o processamento local garante mais privacidade, já que as imagens e metadados não precisam sair da rede local para serem analisados.
Aplicações práticas: CFTV e controle de acesso inteligente
Em sistemas de CFTV com IA embarcada, as câmeras podem interpretar cenários em tempo real, identificando comportamentos fora do padrão, objetos abandonados ou fluxo de pessoas, sem depender de servidores externos.
Isso reduz custos de transmissão, melhora o tempo de resposta e aumenta a confiabilidade dos alertas.
Já no controle de acesso, o reconhecimento facial on-device permite identificar usuários com precisão mesmo em locais com conexão limitada, preservando dados sensíveis de forma segura.
Essa arquitetura híbrida é o que garante privacidade, escalabilidade e autonomia operacional.

Eficiência e sustentabilidade em um mesmo caminho
Além dos ganhos de desempenho, o edge computing também representa eficiência energética.
Ao diminuir o tráfego de dados para a nuvem e otimizar o uso de processamento local, há uma redução significativa no consumo de energia e custos operacionais.
Essa evolução tecnológica, portanto, não apenas melhora a performance, mas também contribui para um modelo de segurança mais sustentável e responsável.

A visão da Positivo SEG
Na Positivo SEG, o edge computing já é realidade em produtos como o IA Box, que leva inteligência artificial diretamente à borda da rede, permitindo análises avançadas sem depender da nuvem.
Com essa abordagem híbrida, decisões na borda e visibilidade na nuvem, a Positivo SEG garante eficiência, privacidade e escalabilidade para empresas que buscam o próximo nível em monitoramento inteligente.
O edge computing é mais do que uma tendência: é a nova base da segurança eletrônica inteligente.
Ele redefine o papel da IA, tornando os sistemas mais rápidos, eficientes e confiáveis, com autonomia para agir em tempo real e visão global para planejar estrategicamente.
A união entre IA embarcada e análise em nuvem cria o equilíbrio perfeito entre velocidade e inteligência.
E é nesse ponto que a Positivo SEG se posiciona: impulsionando o futuro da proteção inteligente com tecnologia que estrutura, integra e transforma.